Uma vitrine para o que você faz, com o pedido no WhatsApp
Sua conta já tem as peças, o processo e os preços que você repete no direct toda semana. Uma IA lê tudo e escreve a vitrine em volta disso: cada peça com material e medida, encomenda, prazo, frete e as feiras do mês. Carrinho não tem. O botão leva para o seu WhatsApp com a peça já na mensagem, para o link de Pix ou para a loja que você já usa, que é onde a venda acontece hoje.
Artesanato: do que o seu site é feito
As peças, com os preços que você escreveu
Cada post vira uma peça com foto, descrição nas suas palavras e preço quando a legenda deu um. A IA não chuta valor, e a peça já vendida pode ficar na página como prova do que você faz.
Botão para onde você já vende
WhatsApp com a mensagem pronta, link de Pix, sua loja na Nuvemshop, Shopee ou Etsy: cada peça aponta para onde o dinheiro entra. Nada passa por nós, então nada é descontado da sua venda.
Material, medida e como cuidar
Grés ou porcelana, prata 950 ou folheado, o tamanho, se pode ir na máquina: o que o cliente sempre pergunta antes de fechar fica escrito, em vez de ser explicado em cada conversa.
Encomenda: prazo e sinal
O que você aceita fazer sob encomenda, a partir de quanto, quanto tempo está a fila e o que você precisa saber para orçar, com o pedido caindo direto no seu WhatsApp.
Frete, troca e as feiras do mês
Para onde você envia e como combina o frete, o que acontece se a peça chegar quebrada, e as feiras, bazares e lojas onde dá para ver o trabalho de perto.
Por que o link na bio não basta
- A venda já acontece no WhatsApp e no Instagram, e o link da bio precisa levar para algo que pareça uma loja, não para mais um perfil.
- Material, medida, prazo e quanto sai a encomenda ficam escritos uma vez na página, em vez de serem digitados antes de cada venda.
- Aqui não tem carrinho, e é melhor dizer logo: o site é a vitrine e o botão leva para o seu WhatsApp, para o Pix ou para a loja que já é sua.
Dúvidas
- O Elo7 fechou, e agora?
- O que fechou foi a vitrine, não a sua clientela: ela continua no Instagram e no WhatsApp. O que faltava era um endereço seu para o link da bio levar, com as peças, os preços que você escreveu e o pedido caindo no WhatsApp. A IA escreve esse endereço em cerca de um minuto a partir da sua conta, e no Pro o domínio fica no seu nome, então ele continua funcionando mesmo se um dia você trocar de ferramenta.
- Existe site para vender artesanato gratuitamente?
- Este publica de graça em seunome.instatoweb.com, com um selo pequeno no rodapé, quinze edições no chat e uma troca de visual por mês, e dez fotos enviadas. Não pede cartão. O Pro custa R$29 por mês: domínio próprio, sem selo e edições ilimitadas.
- O cliente paga dentro do site?
- Não. Não existe carrinho nem checkout aqui, e é melhor você saber agora. Cada peça leva para o seu WhatsApp com a mensagem pronta, para um link de Pix ou para a loja onde você já vende.
- Qual a diferença para a Nuvemshop?
- A Nuvemshop é loja: tem carrinho, cálculo de frete e checkout, e cobra por isso. Aqui é vitrine: o site sai pronto do seu Instagram em um minuto e o pedido fecha no WhatsApp com Pix, que é como a maior parte do artesanato já vende. Quem vende volume e quer o cliente comprando sozinho de madrugada precisa de loja. Quem vende por encomenda e conversa antes de cada peça não precisa pagar por um carrinho, e ainda pode ter os dois: a vitrine na frente, a loja no botão.
- Como vender artesanato pelo Instagram?
- Continue postando, porque o feed é o que atrai. O que muda é o destino do link da bio: uma página com a peça, o material, a medida, o preço e o botão de pedido. A IA usa os doze posts mais recentes para começar o site, e as outras fotos você sobe no editor.
- O site aparece no Google?
- Sim, é um site de verdade e o Google consegue ler. Escreva na página o que você faz e a sua cidade, "cerâmica utilitária feita à mão em Curitiba", e coloque o endereço na bio do Instagram. É a busca que o Elo7 respondia e que agora está sobrando para quem tiver uma página.