Um site para vender bolo e doce pelo WhatsApp
Seu feed já tem os bolos, os doces e a bancada. Uma IA lê a conta e escreve o site em volta disso: o cardápio com foto, os sabores e tamanhos que as legendas citam, o preço "a partir de", o prazo de encomenda, a área de entrega e o botão de WhatsApp com o pedido já escrito. Depois é só dizer no chat o que você quer mudar.
Confeitaria: do que o seu site é feito
O cardápio, com a foto de cada doce
Cada post da conta vira uma foto que o site pode usar: o bolo montado, a travessa de brigadeiro, a caixa de docinho, a bancada. A IA escolhe a mais forte para o topo e o resto vira o cardápio. Você também pode subir fotos suas.
Sabores, tamanhos e o "a partir de"
O que as legendas e a bio dizem que você faz e cobra entra na página: sabor, tamanho, quantas pessoas serve, "a partir de R$90". Nada é inventado. Se o valor não está na conta, o site não mostra valor, e você dita a tabela no chat.
Botão de WhatsApp com o pedido já escrito
Não existe carrinho aqui, de propósito. O botão abre a conversa com a mensagem pronta (o sabor, a data, quantas pessoas) ou leva para o formulário que você já usa. O pedido chega onde você já atende, sem mais um aplicativo para olhar.
Prazo de encomenda, entrega e retirada
Bolo decorado com sete dias, pedido de fim de semana até quinta, os bairros que você entrega e onde é a retirada: as perguntas que enchem a sua caixa de entrada, respondidas antes de serem feitas.
Sinal no Pix e as suas regras
Metade na reserva e o resto na entrega, o que acontece se cancelar em cima da hora, o que leva castanha, leite ou glúten: diga uma vez no chat e fica na página. A chave Pix pode ficar lá, e o pagamento continua acontecendo onde já acontece.
Por que o link na bio não basta
- Pedido que chega em DM não é pedido: sem data, sem quantas fatias, sem hora de retirada, e some no meio da conversa.
- Quem quer bolo de aniversário no seu bairro pesquisa no Google, não no Instagram. Post não é pesquisável e link na bio não responde pergunta às onze da noite.
- Repetir prazo, valor mínimo e área de entrega em cada conversa toma a sua manhã inteira. A página fala uma vez, para todo mundo.
Dúvidas
- Como criar um site para confeitaria?
- Digite o @ da sua confeitaria e espere cerca de um minuto. A IA lê o perfil público e os doze últimos posts, escolhe um visual que combine com as suas fotos e escreve a página inteira em português, com as suas palavras. Depois você conversa com o site: "troca essa foto", "coloca o prazo de sete dias", "cria uma página de bolo de casamento".
- Como vender bolo pelo Instagram?
- Vendendo fora dele também. Quatro em cada dez confeiteiras vendem principalmente pela rede social (Sebrae-SP, dezembro de 2025), e é ali que o doce é visto, mas o Instagram não dá endereço. Uma página que aparece no Google, cabe em um anúncio e responde preço, prazo e entrega sozinha é o que falta. O link vai na bio e a conversa continua no WhatsApp.
- Como vender bolo pelo WhatsApp?
- O site prepara a conversa em vez de começar do zero. O botão abre o WhatsApp com a mensagem já escrita: o sabor, a data e quantas pessoas. O cliente chega perguntando o que interessa, e não "oi, faz orçamento?". Prazo, valor mínimo e área de entrega ficam na página, então você para de repetir.
- Dá para o cliente pagar no site?
- Não, e isso é de propósito. Aqui não tem carrinho nem checkout. O site mostra, convence e leva para o WhatsApp, para o seu formulário ou para a sua chave Pix. O sinal e o pagamento continuam acontecendo onde já acontecem hoje.
- Serve como cardápio digital?
- Serve, e vai além. As fotos, os sabores, os tamanhos e o "a partir de" ficam em um site de verdade, no seu endereço, que o Google consegue ler. Cardápio em PDF ou dentro de um aplicativo de delivery não aparece em busca e não é seu.
- Quanto custa um site de confeitaria aqui?
- Criar e publicar é grátis, em seunome.instatoweb.com, com um selo pequeno no rodapé. O Pro custa R$29 por mês: domínio próprio, sem selo, edições ilimitadas no chat e 100 fotos suas. Sem taxa de montagem e sem contratar ninguém.